Um cofre no seu celular para fotos, documentos, logins e cartões. Criptografado com uma chave que só existe no seu aparelho — nem nós conseguimos abrir.
Sair do app, apagar a tela ou entregar o celular para alguém — em qualquer um dos três o cofre tranca. Voltar exige a sua senha, o PIN ou a biometria.
Logins, cartões e notas privadas ficam ao lado dos seus arquivos, com a mesma criptografia. O que é segredo fica selado: na lista você vê o nome e o usuário, nunca a senha.
Dentro do cofre, cada senha tem uma camada própria de criptografia além da do banco. É por isso que abrir o cofre não é o mesmo que expor as senhas — elas continuam fechadas até você tocar em “Mostrar”.
Demonstração da tela. Nenhum dado é enviado a lugar nenhum.
Não existe “esqueci minha senha” por e‑mail, porque não existe e‑mail e não existe servidor com os seus dados. O que existe é uma chave de 24 palavras, mostrada uma única vez, que o aplicativo não guarda.
Este bloco é escrito para ser conferido, não para tranquilizar. Se alguma frase aqui não for verdade sobre o aplicativo, é um defeito.
Fotos, vídeos, documentos, nomes de arquivo, coleções e credenciais ficam no armazenamento privado do aparelho, criptografados. Só saem se você exportar ou compartilhar, por uma ação sua.
A chave que cifra o conteúdo é sorteada no seu aparelho e protegida pela sua senha e pelo hardware de segurança do celular. Ela nunca nos alcança.
Métricas de uso do produto (quais telas são usadas, onde as pessoas travam) e a assinatura, processada pelo Google Play. Nenhuma das duas carrega conteúdo do cofre. Os detalhes estão na política de privacidade.
O aplicativo não pede permissão de arquivos, fotos, contatos, localização, câmera ou microfone. Você escolhe cada arquivo pelo seletor do próprio Android.
Não há publicidade, não há rede de anúncios e o identificador de publicidade do Android não é usado — a permissão dele é removida do aplicativo.
Nada do cofre é copiado para a nuvem do Google. É deliberado: as chaves do aparelho não podem ser copiadas, e um backup automático produziria um cofre que nunca mais abriria.
Criptografia, biometria, trava automática, bloqueio de captura, busca, coleções, lixeira, exportação e as credenciais estão no plano gratuito. O que a assinatura muda é o espaço.
Permanente, utilizável e sem anúncios.
Para quem quer guardar de verdade.
Se a assinatura terminar, nada é apagado: o que já está no cofre continua acessível, visível e exportável. O que para é a entrada de arquivo novo.
Não. Não temos a sua senha, e ela não fica guardada em lugar nenhum — nem em forma embaralhada. O caminho de volta é a chave de recuperação de 24 palavras, que aparece uma única vez na criação do cofre. Perder as duas coisas torna o conteúdo permanentemente inacessível. Isso não é uma falha: é consequência direta de ninguém além de você ter a chave.
Gere um backup do cofre pelos Ajustes e guarde o arquivo onde preferir. No aparelho novo, instale o Fort, restaure o backup e abra com a sua chave de recuperação. Sem o backup, o conteúdo fica no aparelho antigo — o Fort não é um serviço de nuvem.
Sim, para duas finalidades: métricas de uso do produto e a assinatura pelo Google Play. Nenhuma das duas envolve o conteúdo do cofre — abrir, importar, ver arquivos, criar credenciais, buscar e gerar backup funcionam com o aparelho em modo avião.
Não, e não é uma questão de política: é de construção. O conteúdo é cifrado com uma chave que só existe no seu aparelho. Mesmo que quiséssemos, não haveria o que ler.
Não existe conta, login, e‑mail nem cadastro. Você cria uma senha ou PIN no primeiro uso, e é só isso.
Pela área de assinaturas da sua conta Google Play. O cancelamento impede a próxima cobrança e o plano continua ativo até o fim do período já pago.
Uma foto, um documento, uma senha. O cofre se cria em menos de um minuto, e o plano gratuito é permanente.
Baixar no Google Play