O Cortte pega o seu vídeo deitado e devolve um vídeo em pé, pronto para postar. Seis telas, uma pergunta de cada vez — e nenhuma delas é sobre software.
Você escolhe quanto quer e arrasta a fita até a parte que interessa. A prévia acompanha o dedo, e o corte acontece onde a fala começa — não onde o arquivo começa.
Alguém precisa escolher que pedaço da imagem aparece — e essa escolha é feita apontando no vídeo original, em tamanho grande, não imaginando o resultado.
O Cortte escuta o trecho que você escolheu e devolve as palavras com o tempo de cada uma. Oito estilos, três tamanhos, e a legenda fica gravada na imagem.
Não há timeline, não há camadas, não há painel de propriedades. Cada tela pede uma coisa só, em português, e mostra o vídeo enquanto você responde.
Cortar, enquadrar, compor e exportar acontecem tudo aqui dentro, com a GPU do seu telefone. Não é uma promessa de marketing: é como o aplicativo foi feito.
Ele é copiado para dentro do app e nunca é enviado a lugar nenhum. Nem no lote, nem na exportação.
E apenas se você pedir legendas: sobe o áudio do trecho escolhido, voltam as palavras, e o áudio é apagado.
Sem cadastro, sem login, sem e-mail. Nada do que você faz está ligado a um nome.
Nada do que você grava vira anúncio. A medição de uso é anônima e não carrega conteúdo nenhum.
Inteiro, com edição completa e qualidade cheia — só a exportação sai marcada. A ideia é simples: você vê o resultado antes de decidir se vale assinar.
de ponta a ponta, sem cadastro
assinatura semanal ou mensal, dentro do app
Não, e o app é feito para quem não sabe. Não existe timeline, não existem camadas e não existe painel de propriedades: são seis telas, cada uma com uma pergunta em português e o vídeo à vista enquanto você responde.
Só para as legendas automáticas, que é o único momento em que o app conversa com a internet. Importar, cortar, enquadrar, compor e exportar funcionam offline.
Não. Para legendar, o app extrai o áudio no próprio aparelho e envia somente ele — e só o do trecho que você escolheu. O áudio é usado para produzir o texto e apagado quando o trabalho termina. O vídeo nunca sai do telefone.
Dentro do app, junto do corte que os produziu, numa tela em que dá para assistir, renomear e compartilhar. Copiar para a galeria é um gesto seu: assim o seu rolo da câmera não enche de tentativas.
Uma forma de transformar um vídeo longo em vários cortes de uma vez. Você configura uma vez — duração, destino, layout, enquadramento e legendas — e o aparelho gera todos, um de cada vez. São até 20 cortes por lote, e é um recurso do Premium.
Pela própria Play Store, em Assinaturas. O acesso continua até o fim do período já pago.
O primeiro é por nossa conta — inteiro, em qualidade cheia, com legendas automáticas.
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